JUDEUS , SEMPRE O BODE EXPIATÓRIO DE GOVERNOS DESONESTOS

Quanto a essa tal classificação do nazismo como de “direita” ou de “esquerda”, que está entrando hoje na moda e em meu entender é algo irrelevante, cabe aqui focar naquilo que de fato importa!
Sempre existiram judeus entre os alemães, assim como em toda a Europa e isso não era novidade. E o que era novo? A novidade na Alemanha do século XX era justamente a possibilidade do judeu ter a chance de se integrar na sociedade – e não ser alguém que tinha que morar separado, estar limitado a algumas profissões específicas e principalmente ser o “bode expiatório” usado para desviar a atenção dos reais problemas e unir o povo durante uma crise.

O que Hitler fez, de usar mais uma vez o judeu, que pela primeira vez na história estava podendo se integrar e participar, como igual, na sociedade alemã em particular e europeia em geral, sem leis que o impedissem, foi o que o permitiu ganhar votos e chegar ao poder. Nada, repito, NADA houve de original nisso! Foi até mesmo uma cópia sem graça de um costume antigo e que em regra deu resultados positivos para os detentores do poder, graças ao velho e conhecido antissemitismo. Então, qual foi a novidade? A novidade foi, para a desgraça de todos nós, levar essa ideia torpe, essa loucura, às últimas consequências, através de uma “solução final”, com um ódio frio e com a criação malévola de uma máquina industrial de genocídio, de todos, de velhos a crianças, inclusive sem se importar com o que pensavam em nenhum aspecto, muito menos se eram de “direita” ou de “esquerda”. 


Marcelo Starec  

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