AS QUENTES DO DIA 04/12

1-  O índice Bovespa fechou em alta de 0,35% a 89.820 a pontos, novo fechamento recorde, após tocar os 91 mil pontos pela primeira vez. No fim do dia, o rumor de que o ex-ministro Antonio Palocci poderia apresentar mais provas contra alguns bancos para não perder benefícios em acordo de delação premiada pressionou os papéis. As exportadoras de commodities, em especial as siderúrgicas, que se beneficiam com o crescimento da China em meio a um comércio favorável, foram destaque de alta. Amanhã todos os olhares devem se voltar à Petrobras, com a expectativa de votação do projeto sobre o acordo que regulamenta a cessão onerosa no Senado.

2-  Com Sergio Moro no Ministério da Justiça, a nova direção da Polícia Federal pretende reestruturar e reforçar o grupo responsável por investigar perante o Supremo crimes cometidos por políticos e ministros em exercício do mandato. O setor é tido como essencial para o combate à corrupção, bandeira definida como prioridade de Moro.

3-  O presidente do PSL, partido de Bolsonaro, Luciano Bivar, disse que o presidente eleito precisa esquecer o passado ao buscar apoio de políticos. “A gente está numa pia batismal, mas tem que esquecer dos pecados originais [de partidos e políticos] e olhar para frente”, afirma. Bolsonaro tem adotado o discurso de que não dá cargos a políticos em troca de apoio no Congresso, mas corre o risco de ter uma base parlamentar instável. Partidos têm negociado a formação de um bloco que poderia isolar o PSL.

4-  Participando de um seminário em Madri, Sergio Moro disse que trocou a magistratura pelo Executivo porque “estava cansado de levar bola nas costas”. Ele usou a expressão em referência ao seu alcance limitado de suas sentenças enquanto juiz.

5-  A força-tarefa do Ministério Público Federal na Operação Lava Jato pediu à Justiça Federal no Paraná que o ex-ministro Antonio Palocci pague imediatamente uma multa de US$ 20 milhões prevista na sentença de condenação. Os procuradores da Lava Jato solicitam que Palocci seja preso novamente caso o pagamento não seja feito. No acordo de delação, havia um acerto para uma multa imposta a Palocci. O trecho que trata disso, porém, não foi validado pela segunda instância.

6-  O pequeno estado rico em gás do Catar diz que deixará a Opep em 1º de janeiro, após quase 60 anos de filiação. A petroleira estatal do país, a Qatar Petroleum, fez o anúncio em uma série de tweets. Saad Sherida Al-Kaabi, ministra de Estado para Assuntos Energéticos do país, foi citada em um dos tweets dizendo que o Catar queria se concentrar em aumentar sua produção de gás natural. Durante um ano e meio, o Catar esteve sob o embargo econômico de alguns de seus vizinhos, incluindo o líder de fato da OPEP, a Arábia Saudita. Em resposta, o Catar aumentou sua produção de gás, o principal suporte de sua economia, no ano passado. Será o primeiro país do Oriente Médio a sair do cartel, que só lida com a produção de petróleo bruto. Querem de vez se alinhar com o Irã e os terroristas !

7-  A Unilever aposta na Índia: a Unilever está comprando a divisão de alimentos saudáveis e bebidas da GlaxoSmithKline na Índia, em Bangladesh e em outros 20 mercados asiáticos.
A Unilever pagará € 3,3 bilhões (US $ 3,7 bilhões) em dinheiro e ações pelo portfólio, que inclui as bebidas lácteas maltadas Horlicks e Boost. Ambas as marcas são populares na Índia.

 

Bons Negócios  !!                                          Yochanan Pinchas 

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