AS 6 DO DIA 02/01(COM VÍDEO)

1- As ações europeias iniciaram seu primeiro dia de negociação em 2019, em território negativo, na quarta-feira, com receios de uma desaceleração do crescimento global, guerras comerciais, aumento das taxas de juros dos EUA e instabilidade política. Os investidores estavam aguardando um novo conjunto de dados para lançar mais luz sobre a saúde da economia europeia, já que o sentimento já foi atingido por decepcionantes dados chineses. Os futuros nos EUA já apontam para uma abertura em queda de mais de 1,5 % e na Asia as bolsas fecharam com fortes perdas .

2- Em seu discurso de posse diante do Congressoo presidente Jair Bolsonaro repetiu os mantras que lhe deram a vitória na campanha presidencial, embora com um tom menos ácido contra os opositores: reconciliação, boa gestão e combate à corrupção. Para os mercados, poderia ter sido um discurso neutro, não fosse pela omissão da reforma da Previdência, que o investidor espera que seja a prioridade do novo governo.

3- Bolsonaro deu ênfase à segurança pública e ao conservadorismoque o fizeram vencer em outubro. Pediu apoio dos congressistas e disse que voltava “com humildade” à Casa. Sua breve menção à recuperação do crescimento, que associou à retomada do emprego e à desburocratização para o empreendedor, não foi condicionada à aprovação da reforma. Estratégia? Bom, talvez não seja o momento para tocar no tema. Medo? Improvável. Pouca conexão com o assunto? Não dá para saber. 

5- O governo Bolsonaro começou acelerado no cumprimento de suas promessas eleitorais. Após encerrar o 1º dia de governo retirando da Funai o poder de demarcação das terras indígenas e delegando-o ao Ministério da Agricultura, o destaque desta terça-feira (2) é que o ministro da Economia, Paulo Guedes, quer fazer uma ampla revisão da Previdência usando uma Medida Provisória – e o texto já está pronto. O aumento no rigor para liberação de benefícios rurais está entre as ações. A MP levaria a uma economia anual de ao menos R$ 50 bi ao longo de dez anos.

6- Nas últimas duas décadas o Brasil não tem sido particularmente amigável, mas as mudanças políticas internas junto com Aliyah no status de Israel tornaram-se completamente a tendência. Benjamin Netanyahu no Twitter. Benjamin Netanyahu
Um caloroso abraço com meu bom amigo, o presidente eleito do Brasil, Jair Bolsonaro. Boa sorte meu amigo!

Bons Negócios !! Yochanan Pinchas

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