AS QUENTES DO DIA 07/01

1- Durante o fim de semana, o Ceará sofreu uma série de ataques a ônibus coletivos e equipamentos públicos, inclusive contra uma antena de telefonia celular que afetou o sinal em 12 cidades do interior do estado. Para combater os atentados, o governo do estado iniciou a tranferência dos mandantes dos atentados para federais.]

2- Futuros do índice de ações dos EUA apontaram para uma abertura plana a menor em Wall Street, com a recuperação do mercado global de ações perdendo força. Na Europa, os mercados acionários caíram no vermelho, desistindo de ganhos após uma maior abertura. O apetite ao risco foi minado pelos legisladores dos EUA ainda incapazes de chegar a um acordo para acabar com a paralisação do governo, enquanto os riscos do Brexit continuaram a ofuscar as perspectivas na Europa. Durante a noite, as ações chinesas se firmaram depois que o banco central do país anunciou uma flexibilização da política destinada a enfrentar uma desaceleração econômica, enquanto a retomada das negociações comerciais entre Washington e Pequim também impulsionou o apetite ao risco, elevando os mercados asiáticos. Os mercados dos EUA se recuperaram na sexta-feira após um relatório de empregos mais forte do que o esperado dos EUA e após comentários do presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, que indicou que o banco central seria paciente e flexível na política monetária este ano.

3- Na frente de dados, os dados não-manufaturados do ISM para dezembro devem ser divulgados às 10h ETs e deverão apresentar uma queda modesta, mas o risco é que eles se transformem em uma surpresa negativa como o índice de manufatura ISM da semana passada. Espera-se que o PMI não-industrial do ISM diminua para 59,6 em relação a 60,7 de novembro. Dados divulgados na última quinta-feira mostraram que a atividade fabril dos EUA desacelerou acentuadamente para uma baixa de dois anos em dezembro, sugerindo que a economia provavelmente não está imune à desaceleração do crescimento na China e na Europa, apesar do mercado de trabalho permanecer forte.

4- É sob o signo da confiança que os empresários portugueses olham para o novo presidente do Brasil. Bolsonaro prometeu implementar “rigor económico” e promover reformas estruturais para “garantir a sustentabilidade das contas públicas”. O mundo empresarial gostou e mostra-se confiante no reforço das relações comerciais. Até porque o Brasil é, simultaneamente, o 10.º destino das exportações nacionais e o 10.º maior fornecedor da economia portuguesa, com quase 950 milhões de euros exportados e 1220 milhões importados. Da construção aos vinhos, passando pelas associações empresarias, o sentimento é de “tranquilidade e confiança”. “Estive há duas semanas em São Paulo e tive oportunidade de verificar que, pelo menos no mundo dos negócios, o ambiente é favorável. Criou-se uma onda de otimismo na evolução da economia brasileira e a performance das bolsas e do mercado cambial evidenciam esse sentimento”, diz o presidente da Associação Empresarial de Portugal. Para Paulo Nunes de Almeida, “Portugal deve aproveitar esta onda” e a intenção do presidente em promover uma maior abertura da economia brasileira ao exterior, mas “sem perder de vista” que o Brasil é a origem de grande parte do investimento estrangeiro em Portugal. “Não há bela sem senão. Há aqui uma oportunidade para as exportações e para a internacionalização das empresas portuguesas mas devemos contar, também, com alguma redução do ímpeto investidor”, frisa.

Bons Negócios !!_____________________________Yochanan Pinchas

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