ENTENDA PORQUE #RENANNAO

Algumas coisas importantes que você leitor precisa saber para que possa entender muitas coisas que começarão a acontecer na política brasileira a partir de 2019 e especialmente em 2020. Vou procurar resumir bem.
O Congresso no Brasil é tomado pela esquerda, mas nem toda a esquerda é marxista. Essa semana se definiu o bloco de oposição ao governo, congregando os partidos psb, pdt, pc do b (todos eles membros do foro de sp, além do pt que também será oposição, é do foro, mas não entrou oficialmente no bloco) além do psol, rede, pros e pv, totalizando 148 parlamentares. Todos eles tem a mesma coisa em comum: acreditam no marxismo, ou seja, lutam para implantar o socialismo (quando 80-90% da economia ja seria estatizada) como passo final para o comunismo, ou seja, não acreditam em livre mercado, propriedade privada, empreendedorismo e sobretudo combatem a democracia, pois desejam a criação de um governo hegemônico como substituto do Estado que se perpetue no poder, exatamente o plano do pt e exatamente o plano organizado pelo foro de sp, para toda a América Latina que felizmente, não deu certo.
Ou seja, esse é o número dos marxistas no Congresso brasileiro, os demais parlamentares, a exceção de alguns do dem e do psl, são todos de esquerda, porém não marxistas. É com esses de esquerda, não marxista, que Bolsonaro buscará compor o seu governo, pois são parlamentares que apesar de estarem em partidos de esquerda, tem pautas em comum com Bolsonaro, seja a bancada do agronegócio, seja a bancada cristã, seja a bancada da segurança (policiais, militares). Sem esse suporte fica impossível aprovar leis no Legislativo.
Para reformas maiores, como a mudança na pec da bengala (que tiraria 4 ministros do STF), é ainda fundamental contar com um presidente do Senado favorável, por isso o governo está lutando para derrubar a candidatura do Renan, pois se ele for eleito vai trabalhar em conjunto com os interesses do STF e vai continuar sendo permitido que o STF legisle.
Outro ponto fundamental para entender o cenário de 2019-2020, é que o governo Bolsonaro é um governo militar democrático, ou seja, as forças armadas governarão com o presidente e sabem que os dois principais objetivos são: destruir o marxismo no Brasil e desaparelhar o sistema, sobretudo a corte máxima. A estratégia dos militares é clara e eles não querem fazer isso pela via impositiva ou antidemocrática, mas sim dentro das leis e dos ritos democráticos, ainda que se preciso agirão de forma impositiva, caso o sistema se recuse a aceitar as mudanças. E o que isso significa?
Significa que se o Congresso não aprovar as reformas e se o STF continuar tentando agir em beneficio de criminosos, haverá uma clara saída: um plebiscito nas eleições de 2020 já com as primeiras mudanças e reformas na CF pelo voto popular e conforme o povo aprovar essas propostas do governo, uma nova Constituinte feita pelo governo e também aprovada em voto popular. Ou seja, se o Congresso tentar barrar s mudanças, o governo usará do prestigio das eleições para aprovar reformas junto ao povo tendo a garantia do Exército, para que todo esse processo ocorra.
O plano é, já pelos idos de 2020-2022 termos uma nova Constituição e definitivamente novas regras que quebrem o sistema aparelhado pelos anos de pt: a proibição do marxismo no Brasil e a mudança do STF, com mandatos definidos e poder reduzido. A entrada do Exército no governo, com o apoio popular, vai fazer diferente do que fez em 64: agirá dentro dos ritos do voto e da democracia, usando o apoio popular democrático, para destruir o inimigo e conter qualquer tentativa de luta armada no país.
Esse é o plano, não apenas prender todos os corruptos dos partidos, mas acabar com a ideologia antidemocrática que aparelhou o país. A presença de generais em setores chave, como ministros e também como figuras importantes nas pastas e secretarias, é apenas um prenúncio de todo pente fino e serviço de inteligencia que será feito, sobretudo para acabar com o aparelhamento ideológico em escolas, universidades, bem como nos esquemas de corrupção na saúde e infraestrutura.
A população precisa estar consciente desse processo, pois é o engajamento nas redes e o apoio ao governo que permitirá essas mudanças, pois cada vez mais, a população será conclamada a participar da votação de leis, sobretudo quando as velhas raposas se opuserem às reformas.
Esse é o caminho, meus amigos, então vamos continuar fazendo pressão contra a eleição do Renan, até o dia da votação que será em pouco mais de 30 dias. Nosso engajamento é fundamental, divulgando e compartilhando.Fonte desconhecida

Bons Negócios !!

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