AS QUENTES DO DIA 31/01

1- “Petrobras é, sem dúvidas, um dos papéis que estão mais relacionados à questão política. A impressão que me passa é que estão em compasso de aguardo para eleição do Senado, uma vez que Renan não é visto com bons olhos. A ver o desfecho em breve.”
Ivan Cesar Gevaerd (@ivangevaerd)

2- Amanhã (1º) deve acontecer a votação para a escolha dos presidentes da Câmara e do Senado. Entre as movimentações mais bruscas do governo, está a exoneração temporária do ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, deputado federal eleito, para votar na eleição para a presidência da Câmara. No Senado, a disputa interna do MDB entre Renan Calheiros (AL) e Simone Tebet (MS) tem como objetivo manter o partido no poder da Casa e deve acabar hoje.

3- Carlos Ghosn diz que ele foi vítima de uma conspiração dos executivos da Nissan para derrubá-lo. Em uma entrevista com o japonês Nikkei – seu primeiro desde que foi preso em Tóquio em novembro – o ex-presidente da Nissan e da Renault disse que as acusações contra ele foram resultado de “trama e traição”.
Ghosn foi acusado no Japão de acusações que incluem subestimar sua renda em títulos japoneses em dezenas de milhões de dólares em um período de oito anos. Ele nega as alegações. A Nissan e a Mitsubishi Motors demitiram Ghosn, uma das figuras mais proeminentes da indústria automobilística, como presidente do conselho logo após sua prisão, em novembro. Ele renunciou ao cargo de chairman e CEO da francesa Renault na semana passada, depois que o governo francês retirou seu apoio a ele.

4- O Facebook registrou US $ 3,6 bilhões em lucro nos últimos três meses de 2016 … US $ 4,3 bilhões no quarto trimestre de 2017 … e US $ 6,9 bilhões no quarto trimestre de 2018. E se isso não for impressionante o suficiente, existe o seguinte: o FB “agora tem 1,52 bilhão de pessoas que usam a rede social todos os dias e 2,32 bilhões que usam todos os meses, ambos com um aumento de 9% em relação ao ano anterior”, Seth, da CNN. Fiegerman escreveu quarta-feira. Sua conclusão dos lucros: “As intermináveis crises de relações públicas do Facebook não parecem estar prejudicando sua lucratividade”. Veja como outros sites estão enquadrando-o: “Os usuários não estão abandonando a empresa em grande número, mesmo com suas práticas de privacidade de dados sendo atacadas”, escreveu o WSJ. “O Facebook continua crescendo apesar dos escândalos e do ultraje da privacidade”, escreveu The Verge.

5- A Petrobras America Inc. (PAI), subsidiária da Petrobras, assinou hoje (30), com a empresa francesa Chevron U.S.A. Inc. (Chevron), o contrato de compra e venda referente à alienação integral das ações que mantinha nas empresas que compõem o sistema de refino de Pasadena, nos Estados Unidos. A venda da refinaria faz parte do programa de desinvestimento da Petrobras e precisa ser submetida à avaliação de órgãos reguladores. O valor do contrato é US$ 562 milhões, sendo US$ 350 milhões pelo valor das ações e US$ 212 milhões, de capital de giro com data-base de outubro de 2018.

6- Negociadores da União Europeia (UE) insistiram nesta quarta-feira, 30, que o acordo do Brexit não poderá ser renegociado, embora a primeira-ministra britânica, Theresa May, queira buscar novas concessões e tenha conseguido, na última terça, 29, apoio do Parlamento para renegociar alguns pontos do acordo. O Reino Unido deveria sair da UE em 29 de março, mas o Parlamento britânico ainda não aprovou um acordo final para o Brexit, devido, principalmente, a divergências relacionadas a um mecanismo conhecido como “backstop” irlandês. O mecanismo mantém o Reino Unido numa união alfandegária com a UE de forma a evitar inspeções ao longo da fronteira entre a Irlanda do Norte e Irlanda depois que os britânicos deixarem o bloco. Segundo a agência Associated Press, o representante do Parlamento Europeu para o Brexit, Guy Verhofstadt, ressaltou que ninguém na Europa quer usar o “backstop”, mas acrescentou que o mecanismo é necessário para que haja “100% de certeza de que não haverá uma fronteira (física) entre as Irlandas”.

7- A Microsoft registrou lucro de US$ 8,42 bilhões, ou US$ 1,08 por ação, em seu segundo trimestre fiscal. Analistas ouvidos pela FactSet previam US$ 1,09. Em igual período do ano anterior, a companhia havia registrado prejuízo líquido de US$ 6,3 bilhões, ou US$ 0,82 por ação, quando ela incorporou aos resultados custos relacionados a uma lei de tributação federal dos Estados Unidos. A receita da Microsoft registrou alta de 12% na mesma comparação anual, a US$ 32,47 bilhões. Analistas previam resultado maior, de US$ 32,54 bilhões. Após o balanço, a ação recuava 3,58% no after hours de Nova York, às 19h55 (de Brasília).

Bons Negócios !!_____________________Yochanan Pinchas

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