OURO E PETRÓLEO 11/03

Investidores de metais preciosos continuarão monitorando movimentos no dólar esta semana após os preços do ouro subirem quase 1% na sexta-feira como um fraco relatório de emprego que derrubou o dólar e nublou as perspectivas para a economia global. Os mercados receberão as últimas leituras sobre as vendas no varejo americanas na segunda-feira, que deverão mostrar outro declínio em janeiro, após uma queda inesperada no final de 2018. Os números da inflação também serão acompanhados de perto depois que o Federal Reserve prometeu ser “paciente” e aguardar os dados recebidos antes de aumentar as taxas de juros novamente. Dados sobre inflação dos preços ao consumidor e ao produtor devem ser divulgados na terça e quarta-feira, respectivamente. Outros relatórios econômicos dos EUA em foco nesta semana incluem vendas de casas novas e bens duráveis. Enquanto isso, o presidente Donald Trump apresentará sua proposta orçamentária para 2020 na segunda-feira após um atraso causado pela paralisação do governo em janeiro. O Departamento do Trabalho relatou um aumento de 20.000 postos no Payroll não-agrícolas no mês passado, muito menos do que a previsão de 180.000. Mas os investidores foram encorajados pela taxa de desemprego caindo abaixo de 4% e os ganhos médios por hora acelerando em 0,4%. O dólar mais fraco ajudou os preços do ouro a subirem quase 1% na sexta-feira.

NOVA DÉLI(Reuters) – O ministro do petróleo da Arábia Saudita, Khalid al-Falih, disse neste domingo que seria cedo demais para mudar a política de produção da Opep+ na reunião do grupo em abril e que a China e os EUA liderariam a demanda mundial por petróleo neste ano. A Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados, como a Rússia – conhecida como aliança Opep+ – se reunirão em Viena de 17 a 18 de abril, com outro encontro marcado para 25 a 26 de junho. Falih disse que o grupo provavelmente não mudará sua política de produção em abril e, se necessário, fará ajustes em junho. “Veremos o que acontecerá em abril, se houver alguma ruptura imprevista em algum outro lugar, mas, salvo isso, acho que estaremos apenas chutando a lata para a frente”, disse Falih. “Vamos ver onde o mercado está em junho e nos ajustar apropriadamente”, disse Falih após uma reunião com o ministro indiano do Petróleo, Dharmendra Pradhan, em Nova Déli. O Emirados Árabes Unidos (EAU), membro da Opep, disse no domingo que continuará cumprindo suas obrigações de cortar a oferta sob o acordo de produtores. “Continuaremos cumprindo o compromisso da Opep e não-Opep de ajustes voluntários de produção até que o mercado global seja reequilibrado”, disse no Twitter o ministro da Energia e Indústria Suhail al-Mazrouei. Em 1º de janeiro, a Opep+ iniciou novos cortes de produção para evitar um excesso de oferta que ameaçava pressionar os preços. O grupo concordou em reduzir a oferta em 1,2 milhão de barris por dia (bpd) por seis meses. Falih também disse que a demanda global total por petróleo deverá crescer em torno de 1,5 milhão de barris diários este ano. “Se você olhar para a Venezuela sozinho, você entraria em pânico, se você olhar para os EUA, diria que o mundo está cheio de petróleo. Você precisa olhar para o mercado como um todo. Pensamos que a demanda de 2019 é realmente saudável”, disse Falih. Ele disse que a demanda chinesa está quebrando recordes mês após mês e estimou que o país romperá 11 milhões de bpd este ano. Também afirmou que, juntamente com a China e os EUA, a economia em expansão da Índia estava impulsionando o crescimento da demanda global por petróleo.

XAU/USD_________________________1298,00

XAG/USD__________________________15,329

USOIL_____________________________56,598

UKOIL_____________________________65,493

COBRE___________________________2.89966

Bons Negócios !!_____________________Yochanan Pinchas

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