AS 6 DO DIA 13/03

“A regra mais importante do trading é jogar defensivamente, e não ofensivamente.” 
– Paul Tudor Jones

1- O Ibovespa devolveu hoje parte dos fortes ganhos da véspera, quando voltou ao patamar dos 98 mil pontos, refletindo movimentos de realização pontuais e alguma cautela quanto ao encaminhamento da reforma da Previdência à Comissão de Constituição e Justiça – primeiro dos muitos testes que a pauta terá até sua aprovação definitiva. O índice Bovespa recuou 0,20% a 97.828 pontos. Na contramão, dólar e juros futuros caíram em reflexo do cenário externo menos negativo, ambiente de emissões externas e números de inflação no Brasil, que, mesmo acima do consenso, continuaram mostrando um comportamento positivo nos preços ao consumidor. Comentários do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, de que passar a reforma na Casa requer mais de 350 votos alimentaram o foco na articulação do governo e a relação com o Congresso. “Neste momento, é melhor sentar e esperar um pouco. O ambiente está difícil de ler e não se esqueça que o funcionalismo e os inimigos da reforma vão usar todas as suas armas para para-la”, disse um operador de grande banco internacional em São Paulo.

2- O mercado deu de ombros à notícia de que um filho de Bolsonaro teria namorado a filha de um ex-policial investigado na morte de uma deputada estadual no Rio de Janeiro no ano passado. Agora ate o filho do Presidente namorou com beltrana que era sei la o que do assassino da Mariele…#imprensamentirosa vai TNC

3- O Ministério da Justiça e Segurança Pública, comandado por Sergio Moro, trabalha na elaboração de um projeto de lei que prevê a criação de uma “superagência” destinada a administrar os bens apreendidos em ações de combate ao crime. A proposta deverá ficar pronta nos próximos dois meses, quando será avaliada para ser encaminhada ao Congresso. Os dados mais recentes, referentes a 2014, indicavam que havia pelo menos R$ 1,6 bilhão em bens apreendidos à espera de uma destinação. Especialistas dizem que a iniciativa pode provocar críticas semelhantes às dirigidas ao projeto da Lava jato de criar uma fundação para gerir R$ 2,5 bilhões provenientes da Petrobras, resultado de um acordo com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos.

4- O crescimento econômico do país em 2019 pode ficar em torno de 2,1% e a inflação se manterá em torno de 3,8%, sem necessidade de alta da taxa de juros, a Selic. Os números foram apresentados nesta terça-feira (11) pela coordenadora do Boletim Macro do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/IBRE), Sílvia Matos, no I Seminário de Análise Conjuntural 2019. De acordo com os dados, o ano deve registrar melhora gradual nas condições de crédito e no mercado de trabalho. Já o consumo pode subir 2,6%.

5- A Renault, Nissan Motor e Mitsubishi concordaram nesta terça-feira com a criação de um novo conselho de administração das três empresas para gerar um “novo impulso” para a aliança forjada há 20 anos.
O anúncio foi feito pelo presidente da Renault, Jean-Dominique Senard, em entrevista coletiva ao lado de diretores da Nissan e Mitsubishi, na cidade de Yokohama, no Japão. “Queremos dar um novo impulso a toda a organização e ser mais eficientes, e simplificar a estrutura”, disse Senard, acrescentando que a nova diretoria será presidida por ele e composta pelos principais executivos dos três fabricantes de veículos.

6- Os futuros do índice de ações dos EUA apontaram para uma abertura plana, com os investidores olhando para o último lote de relatórios econômicos para avaliar a saúde da economia. Os futuros do Nasdaq 100 com alta tecnologia indicaram um ganho de 6 pontos, ou cerca de 0,1%, os futuros do S & P 500 adicionaram 2 pontos, enquanto os futuros do Dow blue-chip caíram 2 pontos. As movimentações no pré-mercado vêm depois que as ações dos EUA fecharam na terça-feira, com o Dow terminando com as ações da Boeing (NYSE: BA) afundando por um segundo dia em meio a preocupações com a segurança de um de seus aviões mais populares. Em outros lugares, as ações europeias pairavam em torno do flatline, como a incerteza prevaleceu sobre o plano da Grã-Bretanha para deixar a UE. Mais cedo, os mercados na Ásia caíram mais baixo com o clima de risco liquidado nos mercados. O Nikkei do Japão liderou o recuo com uma queda de 1%, já que os dados mostraram que os pedidos de máquinas domésticas caíram em janeiro no ritmo mais rápido em quatro meses.

Bons Negócios !!____________________Yochanan Pinchas

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