CAMBIO 13/04

O dólar atingiu uma alta de quatro meses contra o yuan chinês, mas foi menor em relação ao iene e ao franco suíço na segunda-feira na Europa, com o agravamento do conflito comercial entre os EUA e a China, que gerou lances por ativos “seguros”. No fim de semana, o presidente Donald Trump iniciou um processo para cobrar tarifas de 25% sobre todas as importações chinesas intocadas, mas os dois lados continuaram a negociar, evitando um colapso total das negociações. Ainda não está claro qual a forma de retaliação prometida pela China. Anthony Kettle, gerente sênior de portfólio da BlueBay Asset Management, disse que é “lógico” que qualquer acordo para resolver a disputa seja atrasado e que o crescimento global no segundo trimestre possa sofrer como resultado.

No Brasil ,o dólar futuro ficou perto da estabilidade, em alta de 0,08% – a segunda consecutiva -, cotado a R$3,958. Com o mercado atento ao desenrolar da comissão especial da reforma da Previdência, sob risco de desidratação do projeto em meio às discussões do mérito, não pegaram bem as declarações do presidente da comissão, deputado Marcelo Ramos, de que o governo é inábil com o Congresso e seria hoje o maior inimigo da reforma. Em contrapartida o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, disse à Bloomberg que a relação entre Executivo e Legislativo está melhorando, o presidente Jair Bolsonaro abordou as dificuldades do governo na articulação política, chegando a dizer que “talvez venha um tsunami na semana que vem”, sem detalhar. Mesmo assim, os juros futuros caíram em bloco, refletindo a desaceleração da inflação em abril, abaixo do consenso. O IPCA subiu 0,57%, sinalizando que o recente pico visto no custo de vida deve ser transitório e permitindo apostas de possível corte da Selic ainda neste ano.

EUR/USD____________________1,12281

GBP/USD_____________________1,30058

USD/BRL__________________ __3,95564

USD/ILS______________________3,57181

Bons Negócios !!__________________Yochanan Pinchas

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